Quantas vezes você já comprou um jogo
novo achando que ele salvaria o seu
atendimento?
A prateleira do consultório cresce e a pasta de material baixado também. Você tem UNO, Jenga, Pula Pirata, aquele impresso que você comprou, mas a insegurança na hora de atender não diminui.
O que você vai aprender no dia 21 de agosto
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Raciocínio clínico na prática
Como olhar para um jogo, um brinquedo ou um material impresso e identificar quais objetivos terapêuticos ele consegue trabalhar, antes de pensar em qualquer paciente.
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Adequação por nível
Como cruzar o que o recurso atende com a demanda e o nível de desenvolvimento do paciente, para decidir se ele entra na sessão ou não.
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Do recurso até o plano
Vou abrir a tela e mostrar como faço para decidir qual objetivo trabalhar primeiro e o que precisa acontecer numa sessão para a seguinte fazer sentido.
Com quem você vai aprender
Daniele Sita
Psicóloga Infantil com +10 anos de clínica
Psicóloga infantil com mais de uma década de experiência de clínica. Professora e criadora da plataforma que já transformou a rotina de mais de 1.000 psicólogas em todo o Brasil nos últimos dois anos.
Depois de sexta, você vai olhar para os mesmos recursos e enxergar o objetivo terapêutico de cada um