Workshop · Daniele Sita · 28 de março
improvisar
Como usar jogos comerciais com objetivo terapêutico e parar de chegar na sessão sem saber exatamente o que você está trabalhando.
28 de março
9h da manhã
Online · ao vivo
Muitas psicólogas chegam ao consultório pensando: se eu tiver vários jogos, vou ter vários recursos terapêuticos. Então compram. E acumulam:
A prateleira cheia dá uma sensação de preparo.
Mas o problema aparece no meio da sessão, quando a criança está de frente para um jogo e vem a pergunta:
O que ninguém te contou:
Para que sirvam ao trabalho clínico, precisam de adaptação, intenção e estratégia terapêutica. Sem isso, a sessão pode ficar divertida — mas não necessariamente terapêutica. E é exatamente isso que você vai aprender a mudar.
Improvisando
Com intenção
Olha pro jogo e sabe exatamente o que vai trabalhar
Conteúdo do Workshop
Saia do workshop com adaptações concretas, sem precisar comprar nada novo.
Transformar jogos comerciais em intervenções
Como partir do jogo que você já tem e criar uma atividade com objetivo clínico definido.
Adaptações para habilidades emocionais e sociais
Variações simples que desenvolvem competências específicas sem complicar a sessão.
Usar o jogo dentro do plano de atendimento
Para que a atividade sirva à estratégia clínica não o contrário.
Conduzir sem perder o objetivo clínico
Como manter manter o fio terapêutico mesmo quando a criança está no ritmo do jogo.
Ideias práticas para as próximas sessões
Adaptações concretas prontas para usar. Saindo do workshop com algo palpável.
Para quem é
Para psicólogas que atendem crianças e já perceberam que ter jogos no consultório não é o mesmo que ter recursos clínicos.
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Você quer parar de improvisar em cima da hora e ter sessões com objetivo terapêutico claro.
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Você quer ampliar o repertório de recursos no consultório sem precisar comprar cada vez mais jogos.
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Você sente dificuldade em transformar uma brincadeira em intervenção clínica — não só em algo que deixa a criança ocupada.
Quem vai conduzir
Psicóloga infantil com mais de uma década de clínica. No começo, eu também achava que bastava ter “jeito com criança” e levar um jogo para a sessão para a mágica acontecer.
A rotina do consultório foi uma professora dura: dia após dia me mostrando que amor e boa intenção não sustentam tratamento. Foi por isso que criei a Fábrica de Recursos Terapêuticos.
Minha missão é ajudar psicólogas a realizarem atendimentos criativos e clinicamente fundamentados.
+ 1000 psicólogas decidiram parar de improvisar
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28 de março
Online e ao-vivo
9h da manhã