+ Aula ao vivo para você estruturar intervenções que realmente funcionam.





Não é falta de conhecimento em TCC.
Não é falta de estudo sobre ansiedade infantil.

Criança não processa ansiedade cognitivamente. Ela sente no corpo. Este jogo transforma “me sinto mal” em “meu coração bate rápido, minha barriga aperta”. A criança marca, aponta, visualiza.
Não confronta, não discute verdade. Ele só mapeia.
E, no final, a criança vê seu padrão cognitivo visualmente.
Criança de 7 anos não diz “estou em 6 de 0 a 10”. Mas aponta no termômetro. Use em vários momentos: início do atendimento, antes/depois de exposição, tracking de evolução
Você não precisa inventar uma forma de explicar relaxamento para a criança. O card já tem a metáfora, o passo a passo e a linguagem certa. É só aplicar!
Nós sabemos que o tratamento não termina no consultório. A caixa conecta a terapia com o dia a dia da criança. Você tem a possibilidade de orientar a família com algo concreto.
Criança não processa ansiedade cognitivamente. Ela sente no corpo. Este jogo transforma “me sinto mal” em “meu coração bate rápido, minha barriga aperta”. A criança marca, aponta, visualiza.
Não confronta.
Não discute verdade.
Ele só mapeia.
No final, a criança vê seu padrão cognitivo visualmente.
Criança de 7 anos não diz “estou em 6 de 0 a 10”. Mas aponta no termômetro. Use em vários momentos: início do atendimento, antes/depois de exposição, tracking de evolução
Você precisa inventar uma forma de explicar relaxamento para a criança. O card já tem a metáfora, o passo a passo e a linguagem certa. É só aplicar!
Nós sabemos que o tratamento não termina no consultório. A caixa conecta a terapia com o dia a dia da criança. Você tem a possibilidade de orientar a família com algo concreto.
O que você vai aprender nessa aula:
Mestra, Especialista e, antes de tudo, psicóloga clínica há mais de uma década.
Lá no começo, eu também achei que bastava ter "jeito com criança" e levar um jogo na sessão para a mágica acontecer. Mas a rotina do consultório foi uma professora dura: ela me ensinou que amor e boa intenção não sustentam tratamento.
Eu senti na pele a pressão exaustiva de ter que ser criativa todo santo dia. Senti o medo de preparar tudo com carinho e, na hora H, ver a criança ignorar minha proposta e a sessão travar.
Foi por isso que eu criei a Fábrica de Recursos.
Minha missão hoje é clara: ajudar psicólogas a realizarem atendimentos criativos e potentes. Lidero uma das maiores comunidades do Brasil com foco no uso estratégico de recursos. São mais de 600 alunas que decidiram parar de improvisar.